Do Portal do José:
17/02/26 - REVELAÇÕES BOMBÁSTICAS NO PORTAL NOS MOSTRAM QUEM SÃO OS "DEFENSORES" DA FAMÍLIA DE BOLSONARO. ENQUANTO ISSO, BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO.
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17/02/26 - REVELAÇÕES BOMBÁSTICAS NO PORTAL NOS MOSTRAM QUEM SÃO OS "DEFENSORES" DA FAMÍLIA DE BOLSONARO. ENQUANTO ISSO, BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO.
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17/02/26 - BOLSONARO PASSA MAL NA CADEIA! DESFILE EM HOMENAGEM A LULA DERRUBOU O MITO
Imprensa inrernacional repercuteo desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula e a revolta dos fascistas bolsonaristas e da extrema-direita
Do Canal Canadá Diaário:
"Neste vídeo, analisamos em detalhes como a imprensa internacional está cobrindo a polêmica homenagem a Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro em 2026, e como a extrema direita tenta transformar um carro alegórico em crise institucional."
Lula acompanhou o desfile no camarote da prefeitura do Rio de Janeiro, junto com Janja, que desistiu de desfilar.
Do Jornal GGN:
Foto de Tata Barreto

O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Sambódromo, no Rio de Janeiro, foi uma mistura de comoção e crítica política. A homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu a primeira noite de desfiles e mobilizou tanto os aliados quanto os adversários em debate que extrapolou a avenida e se torna disputa narrativa.
“Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” foi o enredo escolhido pela escola, que narrou a trajetória pessoal e política de Lula, desde sua infância no Nordeste até a Presidência da República. A escola, estreante no Grupo Especial, trouxe alegorias vibrantes, elementos impactantes e referências à história recente do Brasil, com adversários políticos retratados de forma crítica.
Lula acompanhou o desfile no camarote da prefeitura do Rio de Janeiro, junto com Janja, que desistiu de desfilar. Em determinado momento, Lula desceu à pista para beijar o pavilhão da escola, reforçando sua ligação com o tema.
A homenagem ao presidente provocou reações das mais adversas na oposição. Parlamentares do Partido Novo e de outras legendas ingressaram com ações na Justiça alegando propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder público, com argumento de que visibilidade do evento homenageando presidente em exercício em ano eleitoral, poderia configurar campanha disfarçada de celebração. O tema continua em debate.
Aliados do governo, por sua vez, afirmaram que a presença de Lula no desfile e a escolha do enredo foram manifestações legítimas da tradição carnavalesca de crítica social e narrativa histórica — um elemento clássico dentro da cultura do samba.
A princípio a primeira-dama Janja estava prevista para desfilar como destaque no último carro alegórico do enredo, mas ela optou por não entrar na avenida horas antes do desfile. A decisão, segundo sua assessoria, foi motivada pela vontade de permanecer ao lado de Lula durante a homenagem, além de evitar desgaste político diante da polêmica em torno do enredo.

Com a desistência de Janja, a cantora Fafá de Belém foi convidada para o lugar de destaque no carro alegórico.
Nas redes sociais, um coro de críticas à atuação da Rede Globo no desfile da Acadêmicos de Niterói. Evidenciaram que a emissora não mostrou o início, não fez descrição dos carros alegóricos e alas, nem comentou sobre a crítica social e política feita pela escola. Foi um show de nada para a Globo, enquanto as arquibancadas explodiam cantando o samba enredo.
O desfile reacendeu uma discussão antiga no Brasil sobre os limites entre manifestação cultural e política em eventos populares. Enquanto defensores argumentam que o Carnaval sempre foi espaço de crítica, sátira e expressão social, setores da oposição insistem que um enredo sobre um presidente em exercício, em ano eleitoral, rompe barreiras tradicionais, gerando riscos jurídicos e precedentes potencialmente preocupantes.
A homenagem da Acadêmicos de Niterói pode entrar para a história do Carnaval não apenas como espetáculo artístico, mas como um marco de como a política conflui com a cultura popular no Brasil — sobretudo em momentos de grande polarização nacional.
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Do Portal do José:
Do Canal Democracia Explicada:
Programa TV GGN 20 Horas afirma que vazamentos da PF e campanhas contra ministros do STF indicam ressurgimento de práticas da Lava-Jato
Foto: Reprodução YouTube TV GGN

GGN.- O Brasil está assistindo ao ressurgimento de estratégias que marcaram a Operação Lava-Jato, como vazamentos seletivos de investigações, articulação entre setores da Polícia Federal e veículos de imprensa e campanhas de desgaste contra autoridades do Judiciário.
Segundo a análise apresentada no programa TV GGN 20 horas desta sexta-feira (14/02), os principais alvos atuais seriam ministros do Supremo Tribunal Federal, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
De acordo com o programa, informações atribuídas à Polícia Federal vêm sendo divulgadas de forma seletiva, com foco em conversas e supostos relatórios envolvendo ministros da Corte.
Um dos pontos centrais seria um dossiê de cerca de 200 páginas relacionado a Toffoli, cujo conteúdo integral não teria sido tornado público.
Também foram divulgados trechos de uma suposta gravação de reunião reservada do STF. A origem desse material é questionada, lembrando que parte dos ministros participou por videoconferência, o que, em tese, permitiria a gravação por diferentes meios.
Na visão do jornalista Luis Nassif, os ministros estariam sendo “torpedeados mais pelas virtudes do que pelos vícios”, numa referência ao papel que tiveram na revisão de decisões e excessos atribuídos à Lava-Jato.
O programa apontou a existência de um “novo lavajatismo”, com atores em posições consideradas estratégicas.
Entre os nomes citados:
O programa também mencionou o papel da Associação dos Delegados da Polícia Federal e avaliou que a ausência de responsabilização por abusos cometidos durante a Lava-Jato teria criado um precedente institucional.
Outro eixo central do debate foi o caso do Banco Master, cuja investigação teria origem na chamada operação Lagoinha. Segundo o programa, o foco dos vazamentos estaria direcionado a determinados personagens, enquanto outras conexões políticas e institucionais não estariam recebendo a mesma atenção.
Foi mencionado ainda que, durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central do Brasil, o Banco Master teria sido autorizado a se integrar ao sistema financeiro nacional — ponto que, segundo o programa, não vem sendo explorado com a mesma intensidade na cobertura pública.
Para o programa, a combinação entre vazamentos, repercussão midiática e disputa institucional pode ter impacto direto no ambiente político em ano eleitoral, repetindo dinâmicas observadas no período que antecedeu as eleições de 2018.
Veja mais a respeito do assunto na íntegra do programa TV GGN 20 horas desta sexta-feira.
